POESIA SEM A LETRA "E"
Marcial Salaverry
Quando nos amamos,
com carinho nos osculamos...
Vamos carícias trocando,
assim ficamos...
Só o amor
com muito calor
provoca a imaginação,
pondo num patamar
tão alto,
todo o carinho trocado...
Amantes somos...
Com muita paixão,
fito o corpo amado...
Olhando minha amada,
ao lado acostada,
findo o ato amoroso,
cobrindo o corpo
com tórridos ósculos...
Vamos nos amar,
amar para notar o amor
surgindo dos poros do corpo...
Não vá para fora...
Imploro... Vamos continuar
nosso fogo amoroso...
Mais alguns minutos,
ou algumas horas...
Muitos anos para amar-nos...
Ósculos inundados por muito amor...
* * * * * * * * * *
AH... QUANTA PAIXÃO...
MRegina MRibeiro
São Paulo, 9 de setembro de 2008 17:10hs
Não sou o lirismo, não.
Assim como não sou a ingratidão.
Sou mais o amor, mas sou ainda a irmã da solidão,
sou a vida, sou a mão.
Quando cansada, sou a mão que afaga,
não vou sufocar, não.
O hábito da cantoria alivia minha angústia.
Ainda vou brilhar por aí...
As lágrimas amargas das mágoas, não vou mais chorar...
Humilhação, nunca mais ...
Mas não consigo, o corpo chora...
Não importa a ocasião, digo não!
Quando amo, muito carinho faço...
muitos ósculos dou...
Assim ficamos, nas frias madrugadas,
adivinhando um o imaginário do outro,
tudo com o amor da nossa união.
Ah... quanta paixão...
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