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NO DESPERTAR
Pedro Valdoy
Despertei com o brilho do Sol
Derramando flores de lágrimas
No regaço do reino da bondade
Como pérolas de amor
São recordações velhas talvez
Que embaraçam minha alma
Perdida nas trevas de paixões
Que ultrapassaram o tempo
Os tempos da saudade esquecida
Nas travessuras de uma criança
Que envelheceu para o passado
De um passado longínquo
São trevas brancas de uma menina
Na ingenuidade perene
Como um relógio do cosmos
Na passividade dos tempos
Pensativo estou no caminho
Sem rumo nem sentido
Na proximidade de uma estrela
Onde ficarei longos tempos…


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Mozart
- Sonata 16
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