Já que posso gritar, quero gritar bem alto.
Gritar contra as injustiças sociais.
E não importa se estou de chinelos ou de salto.
Quero um mundo justo, onde todos sejam iguais.
Gritar contra as injustiças educacionais.
Quero um mundo com educação, também para os excepcionais.
Gritar contra os favorecimentos judiciais.
Quero uma justiça única, até para os casos "não oficiais".
E quando não for mais preciso gritar,
sugiro que rezemos baixinho:
Graças, meu Deus, pela igualdade universal.

 

M. Regina M. Ribeiro
São Paulo, 2 de dezembro de 2006
www.corujando.com.br 
 

 

Ciranda: "O GRITO" de Efigênia Coutinho para AVSPE

Coordenação de Raquel Caminha Matos (Lindinha)

 


 

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