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MORRER DE PAIXÃO


Arnaldo P. Ribeiro®         


Em cada encontro,
Meus olhos buscam teus olhos
E mergulho no infinito.
Minhas mãos buscam teu corpo
E se perdem do controle.

Mergulho no teu fogo
E sinto-me arder, consumir.
Perco os sentidos, falta-me o rumo.
Desmaio nos teus suspiros,
Me afogo nos teus beijos.

Depois de cada encontro,
Te persigo mentalmente.
Não quero que fujas
Do meu pensar
Obsessivo, insano, apaixonado.

Fico contigo,
Onde quer que estejas.
Ah, paixão! Sou teu escravo!
Tenho grilhões na alma
E cativo o coração.

Mas não,
Não me liberte!
Deixa-me viver este amor
Me alimentando com tua imagem.
Me aquecendo com teu corpo.

Fica comigo, sempre juntinho.
Leva-me contigo,
Assim com um prisioneiro.
Ou deixa-me aqui
Para morrer de paixão!

 

Arnaldo P. Ribeiro

 

AH! PAIXÃO....


Maria Regina Moura Ribeiro        


O calor que sempre tive dos teus braços, o carinho e o amor que me deste com teus beijos, tudo enfim que me dedicaste até hoje não pode ser descrito condignamente.


Pois, não há no mundo palavras tão belas para dizer da paixão que sinto por ti.


Nem que se comparem, em beleza, aquilo que tive de ti.


Desta maneira, resta muito pouco para uma poesia...


Aqui, só posso desejar que tu sejas sempre muito feliz ao meu lado.


E ainda, que continuemos para sempre a sentir esta paixão que nos consome, mas que nos impulsiona.


Pois, quando a paixão é muito forte, não existirá nada no mundo capaz de separar-nos dos nossos sonhos nem de desviar-nos das nossas metas.


Saiba ainda que tudo fica sem graça, quando não estás por perto!


E, como não podemos estar juntos todo o tempo, eu te guardo sempre no meu coração apaixonado.


Paixão! Ah! Paixão... quanta paixão!

Maria Regina Moura Ribeiro
 

 

São Paulo, 22 de setembro de 2006

 

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