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Arnaldo Ribeiro

Agosto / 1999

Braços abertos podem representar muito. A alegria, o encontro, a acolhida, a amizade. Representam também o vôo, a capacidade que a natureza caprichosa concedeu aos pássaros e às borboletas.

Seus braços abertos nos provocam todas essas imagens, porque essas imagens retratam aquilo que caracterizou sua vida ao longo desses 30 anos. Os inúmeros amigos, as reuniões, os encontros alegres, os festivais, as partidas, as chegadas, as despedidas, os abraços, os beijos, as lágrimas, os retornos, a distância, o aconchego, os mimos, os desafios vencidos e a decolagem profissional.

Ao longo de todo esse tempo, você foi querida, amada, admirada, elogiada e até mesmo tomada como exemplo e referência. E apesar de todo o orgulho que você produziu no nosso coração, apesar de todas as emoções que você despertou em sua volta, você nunca perdeu sua simplicidade, sua meiguice, seu jeito bonito de ser.

Você trilhou seu caminho de sucessos sempre muito à vontade, sempre muito gente, sempre muito amiga. E sempre de braços abertos.

 

 

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