Sou mais um refém da solidão,
minha vida não vai nem vem.
Não tenho para onde ir,
sou incapaz de prosseguir.
Eu sei apenas que não quero fugir,
e que preciso esquecer o que sofri.
Pois eu não posso julgar nem condenar,
e amar também tem espinhos que fazem sangrar.
Mas, se ao fim, tudo se ajeitar,
E o amor ainda existir,
as algemas da solidão irão se abrir...

 

Maria Regina Moura Ribeiro
São Paulo, 14 de novembro de 2006 - 14:56
www.corujando.com.br

 

Voltar para Corujando Dia e Noite

 

~ Webdesign by Marcia Salgado ~

 

: Bandulin Suave