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Eu queria ser poesia
para a criança sorrir,
para o homem se apaixonar
ou para a mulher sonhar.
Mas sou somente poesia,
para idosos na enfermaria,
para cansados deficientes
ou para incuráveis doentes.
Poderia ser as duas coisas na vida?
Poderia também ser amor e paixão?
Independente da rima escolhida,
poderia falar somente ao coração?
Maria Regina Moura Ribeiro
São Paulo, 31 de dezembro de 2006
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