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Maria Regina Moura Ribeiro
São Paulo, 5 de agosto de 2007
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Armando acha que precisa escrever uma poesia;
Beatriz, ser mais ela mesma;
Cláudio, aprender a ser feliz de dentro para fora;
Denise, sentir a vida na natureza;
Eduardo, entender a morte como coisa natural da vida; e,
Fausta, manter a calma na hora do caos .
Geraldo tem certeza que precisa lutar por uma vida melhor;
Hilda, saber a hora de parar;
Ivan, de algo novo buscar;
Joana, seu passado trabalhar;
Kenny, no seu futuro investir; e,
Laura de seus erros reconhecer.
Mateus pensa que precisa suas virtudes valorizar;
Nair, sua liberdade com equilíbrio conseguir;
Osório, exigir do outro apenas o que souber dar;
Paula, de coisas diferentes e edificantes realizar,
Queiroz, por seus atos e suas conseqüências se responsabilizar;
e Regina, amar o próximo e a si mesma.
Saulo disse não precisar de nada;
Teresa já concluiu que precisa de tudo;
Tânia, precisa deixar as magoas de lado;
Úrsula, se irritou e não quis conversa
porque Vânia gritava que tudo isto não tinha sentido já que:
Nesta vida nós não precisamos de nada,
basta apenas ser nós mesmos e deixar a vida nos levar...
sempre amando o próximo em suas diferentes formas de ser, ter ou
parecer.
Porque temos apenas uma obrigação com nós mesmos: SERMOS FELIZES.
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