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Tudo começou com um poema que enviei aos
meus amigos
mas acabei recebendo tantas respostas
maravilhosas e
gostei tanto que acabou virando um
sexteto... até agora...
Abraços,
Maria Regina Moura Ribeiro
www.corujando.com.br
março/2007
Ainda recebi outras duas contribuições
para este poema, uma tradução
para o espanhol feita por Cristina Aceves "Colibri"
e uma adaptação criada por Marisa Vieira Olivaes.
As duas meu abraço e meu muito obrigada.
Maria Regina Moura Ribeiro
www.corujando.com.br
maio/2007
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Eu sou uma pessoa comum
Adoro outras pessoas, não importa
raça, sexo ou cor.
Mas tem que haver calor humano,
para se gostar de qualquer ser.
Nasci nos pampas gaúchos,
o sol tentando aquecer o vento,
embora sem conseguir.
Eu sou prenda gaúcha,
não lido bem com a tristeza,
pois o riso é meu companheiro,
e dou gargalhadas o ano inteiro.
Nas escolas sempre às voltas
com problemas de sotaque,
não me safei do preconceito.
Mas tenho certeza que é meu direito
falar de qualquer jeito.
Eu sou honesta demais,
daquelas que tudo falam.
Isto não se deve fazer jamais
pois as pessoas não entendem
e chega, já sofri demais.
Eu adoro a minha vida presente,
fiz tudo que quis e o que não fiz
foi porque Deus não quis.
Agora vivo intensamente e feliz.
Maria Regina Moura Ribeiro
São Paulo, 26 de fevereiro de 2007
** tradução para o espanhol **

Maria Regina Moura Ribeiro
São Paulo, 26 de febrero de 2007
Yo soy una persona común;
Adoro a otras personas, no importa
raza, sexo o color.
Mas tiene que haber calor humano,
para así gustar de cualquier ser.
Nací en las Pampas Gauchos,
el sol intentando calentar el viento,
aunque sin conseguirlo.
Yo soy prenda gaucha,
no lidio bien con la tristeza,
pues la risa es mi compañera,
y doy carcajadas el año entero.
En las escuelas siempre a las vueltas
con problemas de acento,
no me zafe del prejuicio.
Pero tengo certeza que es mi derecho
hablar de cualquier manera .
Yo soy honesta demás,
de aquellas que todo hablan.
Esto no se debe hacer jamás
pues las personas no entienden
y llega, ya sufrí demás.
Yo adoro mi vida presente,
hice todo que quise y lo que no hice
fue porque Dios no quiso.
Ahora vivo intensamente y feliz .
Traducida al español
por Cristina Aceves "Colibrí"
** adaptação **

Maria Regina Moura Ribeiro
São Paulo, 26 de fevereiro de 2007
Sou uma pessoa comum...
Adoro outras, e não importa
sua raça, sexo ou cor.
-Precisa é calor humano,
para se gostar de alguém.
Nasci nos pampas gaúchos,
com o sol assustando o vento,
embora sem conseguir...
Sim, eu sou prenda gaúcha...
Não lido bem com a tristeza;
o riso é meu companheiro:
dou risada o ano inteiro!
Nas escolas, sempre às voltas
com problemas de sotaque,
não escapei do preconceito;
mas sei que tenho o direito
de falar de qualquer jeito.
Eu sou honesta demais...
daquelas que tudo falam.
- Isto se faça jamais,
pois os outros não entendem;
e chega...sofri demais.
Adoro a vida presente,
fiz o que quis... se não fiz,
foi porque meu Deus não quis.
Agora vivo feliz.
Intensamente e feliz!
Adaptado por Marisa Vieira
Olivaes
em Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2007.
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Eu faço minhas poesias,
Eu canto minhas alegrias
E choro meus pesares;
Meus pés pisam o chão,
Meus sonhos visitam os mares!
O céu me faz visitar,
Das borboletas as cores,
Dos pássaros o cantar,
O mágico perfume das flores!
Do dia a luz do sol,
Da noite o brilho da lua,
Da tarde o arrebol,
Crianças brincando na rua!
É lindo pedir perdão,
Ter amor no coração,
O pensamento falar
Pelo jeito do olhar!
Vem, quero te abraçar,
Em teus ombros apoiar
Enquanto apóias nos meus,
E juntos no amor infinito de Deus!
Maria do Carmo Giraldi
Anápolis 21-03-94
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Regina, sou "carpira" do interior de São
Paulo,
ainda falo "velde", "polta" e etc..
Em julho de 1960 dei meu 2º Curso da CADES,
em Sta. Maria da Boca do Monte.
Enfrentei o frio, mas conheci a "Köening Beer"
(de Getúlio Vargas),
infelizmente transformada na inferior
"Original".
Amei os pagos de Érico, tudo ao "solo de clarineta",
passando por aquele "incidente em
Antares".
Que lindo o pampa de Ana Terra...
Sempre foi e será o meu autor
preferido...
Abraços à Gaucha.
MURICY
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Eu sou chamada a poeta Lu@zul
Também nascida aqui no sul
Sou Poeta do Mundo e da PAZ
Poesia é alimento que me satisfaz
Poetizo Natureza e Harmonia
Minhas bandeiras do dia-a-dia
Meu sotaque é dito catucho...
Surpreendendo qualquer gaúcho
Ora falo você ...ora tu carregado
O mar de Balneário é o meu amado
O Guaíba me extasia com o pôr-do-sol
Amo canto do quero-quero no arrebol
Alço vôos com a pureza do pardal
Consegui minha a liberdade afinal!
Sinto as perdas e ganhos da vida...
Embora, tenha amado e sido querida
Sou uma Fênix... ressurgi da cinza
Sou mulher que planeja e realiza
Fui mulher de Atenas e madre diretora
Hoje liberta prefiro ser declamadora
Vivo meus momentos com euforia
Olho o mar e canto a minha poesia
Se minha alma chora... eu sorrio
Sepulto as mágoas no mar ou no rio
Visto a roupa chamada felicidade
Embora use os adornos da saudade
Sigo a estrada da vida esperando
Encontrar alguém e seguir amando.
Joyce-Lu@zul
Porto Alegre, 27 de fevereiro de 2007- 02:35
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Ainda bem que encontro uma amiga,
que fala do mesmo jeito,
ás vezes a gente se obriga
a viver o que temos direito.
As pessoas nos magoam
Será que de nós têm razão?
Só os seus gritos destoam
No meio de uma multidão.
Quero viver em paz
E faço tudo por isso,
Não agüento é demais
Fica meu espírito enfermiço.
Não tenho coragem dizer:
Vai-te embora,
sai, tenta desaparecer,
Onde estão as amizades de outrora
Que muito havia a viver.
Serei que eu não entendo?
serei que estou errando?
Serei eu que ofendo?
Ou estou me integrando?
Suzette Duarte
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Para matar saudades da minha Terra Paulista
Deus, com muita pena, disse : “Canta!”
Mas, como de canto não sou especialista,
Fiquei confuso com aquela Ordem Santa.
Elevei porém a voz no sossego da noite
E procurei cantar sem hesitação .
Parecia mais que tinha sofrido um cruel açoite,
Tal era a dor em meu triste coração !
Cantando assim um pouco mais alto
Numa noite triste e sem luz,
Eu pretendia estar de novo no Planalto,
Na muito querida Rua Santa Cruz . . .
Poucos porém ouviram meu canto
E creio até que nem chegou a Deus:
Pois era mais um solitário pranto
Que trazia lágrimas de dor aos olhos meus !
Queria cantar alegremente
Como canta um passarinho. . .
Estava porém, tristemente,
No meu quarto, chorando baixinho ! ! !
Eloy
Non Ducor . . . Duco!
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Quem me dera ser...
Alguém que quer amar seu semelhante
Que quer amar seu próximo...
Quer entender o outro sem se preocupar
que lhe entendam...porque nem eu me entendo?
quer viajar... voar...chegar de volta...
está sozinha... sem ficar só!
Quer ser gente... com pé e dente Re..Re...e terminei!
Luíza Soares Benício de Moraes
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