(Odimir
é 31/07/1932 - H 20/05/2007)

Didi, foi assim que te chamei um dia e você esbravejou.
Então, veio o namoro com a Normita e ela gostou, você se calou.
Com a Normita foi paixão das grandes, deu logo em casamento,
e ela soube te fazer feliz!
E você, Didi, passou a ser referência à família e aos amigos.
Deixou exemplo de profissional competente.
Um dia você me disse: "- No trabalho se brinca, mas com o trabalho não."
Sempre foi um homem de sentimentos singelos, sensível e criativo.
Mesmo quando trabalhava e estudava direito em Bragança,

chegava tarde da noite e ainda arranjava tempo para esculpir.
As marteladas ecoavam pela casa, mas não tiravam o sono de ninguém.
Depois vieram os quadros.

Quem na família não tem um quadro seu embelezando a parede?
Com as plantas, a mesma coisa: misturava flores
e verduras harmonizando cores.
Quatro plantas que do seu jardim germinaram e frutificaram:
Gabriel
Julia
Jan
Laís
Matheus
Santiago
Marcela
Beatriz
Hoje, sem você aqui Didi, a sua referência virou reverência.
Seu Didi: Te amo!
Onde você estiver.

Márcio Moura

 28 de maio de 2007

 

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