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A Coruja pia noturna
Sonho eu com Mundos Paralelos
Enquanto a Lua lá vai taciturna
Meu olhar anda soturno
A ave mais parece o espírito da noite
Passando por mim num momento oportuno
Sinto-me como uma criança traquina
Algo santo e puro brinca em meu sorriso
A Existência voa retida no canto da retina
Minhas pernas tremem de alegria alpina
Escalo montes e montanhas sem aviso
Levo nas costas a mochila masculina
Pico por cima da intenção do felino
Imagino-me na pele dessa ave intrigante
Pego com bico pena enquanto pagino
Descrevo o que posso escrever numa pluma
Rabisco a mensagem no papel por entre dedos
Pouso com as asas dobradas na orla da bruma...
Aquém da vontade de estar e ser o Mutante Presente Alado...
Manuel de Sousa
Angola, 25 de agosto de 2006
Escrito em Homenagem Recíproca ao “Corujando”, pelo excelente
trabalho desenvolvido no âmbito do incentivo e na promoção da
criação cultural, literária e filosófica, etc, etc, etc..., servindo
de autêntico motor em prol do enriquecimento, da troca e do
cruzamento de informação variada criativa e cultural no seio
daqueles que usam a Lusofonia como veículo quotidiano de
comunicação...
Escrito em Luanda, Angola, a 25 de Agosto de 2006, por
Manuel de Sousa, em
retribuição e agradecimento pelo honroso ”Reconhecimento” que foi
atribuído pela “Corujando”, ao nosso modesto trabalho escrito, que
em nada mais serve que, para servir à Humanidade sequiosa por saber
e conhecimento cultural, técnico, acadêmico, literário, científico,
filosófico, literário, etc, etc, etc..
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