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À Professora Renata Basso, por todas as horas de esforço, atenção e dedicação a mim dedicados, durante todo o desenrolar deste trabalho.
À Professora Egle de Campos Costa, pelo incentivo à escolha do tema.
À Professora Kátia Guimarães que, acreditando em mim, muito me incentivou.
À Professora Clara Korukian Freiberg.
À Professora Maria Aparecida Lopes da Costa.
À Professora Suely Maria da Silva.
À Sra. Vera Alice Ferreira de Moraes.
À Sra. Isabel Martins Mansour.
Ao Marcelo Vieira Brizolla.

Esta medalha é
oferecida, anualmente, pela Associação de Editores do
Journal of Alzheimer's Disease.
Ela é conferida ao melhor artigo publicado no volume do ano
anterior.
A cada novo dia, ao acordar, tomo uma decisão. Eu tenho duas escolhas:
Posso acordar pela manhã reclamando de certas partes do meu corpo que não funcionam bem... ou posso levantar da cama e agradecer pelas outras partes que funcionam e me obedecem.
Cada dia é um presente. E enquanto meus olhos abrirem, vou focalizá-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida.
A velhice é como uma conta bancária: Você só retira daquilo que guardou. Portanto, lhe aconselho a depositar um monte de alegria e felicidade na sua conta de lembranças.
E como você vê, eu ainda continuo depositando. Agora, se me permite, gostaria de lhe dar uma receita:
"Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência.
Isso inclui idade, peso e altura.
Deixe o médico se preocupar com isso, ele é pago para tanto.
Dê preferência aos amigos alegres. Os baixo astral puxam você para baixo.
Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é a oficina do diabo. E o nome do diabo é Alzheimer.
Ria sempre, muito e alto, até perder o fôlego.
Lágrimas acontecem, mas a única pessoa que acompanha você a vida toda é você mesmo. Esteja vivo, enquanto viver.
Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se instável, melhore-a. Se está abaixo do nível, peça ajuda.
Diga a quem você ama, que você realmente o ama, em todas as oportunidades.
E, acima de tudo, lembre-se sempre que: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego de tanto rir... de surpresa... de êxtase... de felicidade."
Autor Desconhecido.
Dedicatória
Introdução
Conclusão
Novos Começos
Referências Bibliográficas

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